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Postal de Arranhó N°381: A Coreografia, O Cancioneiro

Monografia da Freguesia de Arranhó XII [1]

A dança da florzinha

Sempre de roda e de mãos dadas, iam cantando

Olha, olha, a linda florzinha
Que estava a lavar, lavou...
Que importa a esta gente
Se meu amor me deixou...

Olha, olha, a linda florzinha
Que estava a lavr na vala...
Que importa a esta gente
Se meu amor me não fala...
            GdaC [2]

e assim sucessivamente.

O Zé Baptista de Ajuda nascido em 1894 costumava cantar e muito bem, os versos com números, como dois que abaixo se dá exemplo:

PANTEIME-ME a contar, contei
As pedras duma coluna,
Nove e oito, e sete e seis
Cinco, quatro, três, dois, e uma.

PANTEIME-ME a contar , contei
As pedras duma coluna,
Doze e onze e dez e nove
Oito e sete, seis e cinco
Quatro e trê, dois e uma.
            GdaC [3]

(continua)

Notas:
[1] Transcrição de manuscrito dactilografado: Lourenço, Carlos Alberto Alves | Monografia da Freguesia de Arranhó, 1976.
[2] abreviatura referindo-se a Gertrudes da Conceição (Estrudes Quita), nascida em 1905
[3] idem anterior

#UsosCostumes

© Direitos Reservados, Reprodução Proibida | Arranhó Memória e Gratidão, compilação e foto de José M. Ferreira Luiz